La Boquinha


Idéia

Exposição “Au Delà de la violence” Foto:Bete Martinssem t�tulo autor:Kilian Glasner

 Exposição “Au Delà de la violence” Foto:Bete Martins      

 Projeção “Dona do Terço” Foto:Kilian Glasner

  La Boquinha – Cinema, música, artes plásticas…diálogos

 

 Por que cineclube? O cinema traz em si todas as artes e possui um registro temporal e espacial único. Enquanto obra, ele cria uma situação de diálogo e encontro, assim como pretende criar o movimento LA BOQUINHA.
 A partir desta iniciativa torna-se mais provável não só a transposição de conceitos e normas estéticas como o surgimento de alternativas simples, humanas e sofisticadas que viabilizem a produção artística e colaborem com a difusão da arte como algo tão necessário quanto dinheiro, alimentação, lazer, segurança, moradia etc.

Na primeira noite do LA BOQUINHA CINECLUBE as conversações entre realizadores, apoiadores, artistas envolvidos e público foi mediada por Geraldina Antunes,92 anos de idade, poeta e “obra de arte” do filme “Dona do Terço”.

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Geraldina Antunes registra. Nós, na memória. Foto: Kilian Glasner

“Contra a memória fonte dos costumes. A experiência pessoal renovada”. Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
 “Manifesto Antropofágico” por Oswald de Andrade.
 Em Piratininga.
 Anno 374 da Deglutição do Bispo Sardinha.

 Enterrar ou plantar o manifesto Antropofágico foi uma interrogativa de um dos encontros que precederam a projeção do LA BOQUINHA. Plantar algo não genético não predetermina os frutos. Eles surgem como um vômito de um indivíduo e sua realidade, esse sujeito precisa buscar em si sua arte, ela não pode pertencer a padrões étnicos ou mercadológicos, ou podem.

 LA BOQUINHA: Enterrar para plantar.

 INSTALE UMA ANTENA NA SUA IDÉIA OU UMA IDÉIA NA SUA ANTENA. INSTALE -SE LA BOQUINHA

 06.12.07 – a partir de 20h
 Première do documentário Dona do Terço de Bete Martins
 Exibições dos ensaios audiovisuais:
 Ment, 2 minutos, parceria de Bete Martins, com a jornalista Guga Barros, a compositora Sarah de Assis e a produtora cultural Mônica Cerqueira.
Bastão, 6 minutos – realizado por Bete Martins em parceria com a poeta Bruna Piantino, a videomaker Mariana Castelo Branco, o cineasta Sávio Leite, a cantora e compositora Érika Machado e o músico Daniel Saavedra.
 In e/ou out transnacional = immigration = side – 4 minutos – direção Bete Martins – trilha http://www.thehighwaymusic.com. Piloto realizado nos Estados Unidos – agosto de 2007.

Com taças de vinhos e pipocas  caseiras nas boquinhas os convidados assistiram às exibições,  conversaram, se conheceram, fizeram trocas – ouvindo  música. A sonoplastia além da trilha de Carlinhos Ferreira, compondo ao lado das imagens em Dona do Terço, contou com as mãos, bom gosto, criatividade do querido Dj Cateb e  com a intervenção improvisada da compositora Sarah Assis no Acordeon e ator e jornalista Fred Tonucci no violão.

 13.12.07 – 19h
 Au-delà de La Violence

 A exposição “Au Delà de la Violance”, do artista plástico pernambucano Kilian Glasner, é composta por dez trabalhos realizados em diferentes suportes: Desenho, Escultura e Vídeo. A mostra envolve temáticas diversas que se conectam principalmente pelo seu teor de violência.

 Todo o trabalho foi concebido na França durante sua formação na Escola Nacional Superior de Belas Artes de Paris (ENSBA), por isso o nome em Francês que em Português traduz-se “Além da violência”. A palavra “Além” vem de uma busca direcionada no entendimento de comportamentos humanos e na transformação de espaços caóticos e personagens tensos em uma composição de equilíbrio e Luz.

 Instale-se NA ARTE e:ou nas velhas, charmosas e confortáveis poltronas vermelhas do extinto cine La Bocca Del´Arti…) Tatiana Tonucci
Tudo que entra sai. Tudo que sai entra em algum lugar.  Bete Martins

 FRASEAR IDÉIAS
 “Se a tecnologia servir à idéia, ok!
 A Idéia vai transpor a tecnologia.
 Se a tecnologia não servir à idéia:
 “A Idéia vive”, Tatiana Tonucci 

 Idéia tem, quem tem antena no ar. Bete Martins
 pega fogo cabaret! Fé Castro
O que é uma tempestade pra quem esta num copo d´água. Léo melo
Viver a vida. Jon Tonucci

mar, doce mar. Bruno Sales

a alienação mata mais do que o aquecimento global.  Rafael campos

a minha nostalgia veio antes de eu nascer.  Mario O Samba 

é mais fácil modificar o mundo do que tentar mudar um amigo. Daniel Rubens Prado

 da vida só se leva a vida que se leva. Léo Espindola

Quando eu comprei este livro, na Rodoviária, a moça do caixa tinha um risinho muito malicioso nos lábios, talvez ela pensasse que eu o comprava com a mesma predisposição erótica dela! Pode até ter sido, afinal pra que fugir à realidade da nossa condição de escravos da carne? E que carne, bicho!” Tarcísio Tonucci. Escrito em 1973 na `dernière page´ do livro “dias de clichy e Uma Noite em Newhaven”, de Henry Miller.

 

 

 

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