La Boquinha


CINE LABOQUINHA NO VENDENDO PEIXE MERCADO NOVO
setembro 28, 2010, 12:27 am
Filed under: DIÁLOGOS

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PAISAGEM ARQUITETÔNICA SUPORTE D’ART
julho 15, 2010, 4:09 pm
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Z33: house for contemporary art transforms into public sculpture – INNERCOMA
INNERCOMA
a sculpture by Philip Metten
Z33
www.z33.be/en/projects/philip-metten-innercoma



a danish band that is called Rumor Said Fire amazing!_ by Anders
julho 12, 2010, 12:49 pm
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ESSAYS AND OBSERVATIONS in Berlim
julho 12, 2010, 12:47 pm
Filed under: DIÁLOGOS

www.essaysandobservations.com

maxstr. 1
13347 berlin
germany
 
For the opening show at Essays and Observations, we decided to ask some artists to show us what their position was vis-à-vis the plinth.

If one follows Marcel Broodthaers -and some others- in considering all visual art production to have an object status (with the exception of film and text): then what is the position of the plinth, so obviously also an object, so often taking a ‘servile’ position to what is placed on top of it? Many artists, some curators, have attempted to integrate the work and its support structure: whether frame, framework, exhibition architecture, or plinth. But equally many, some, appear not to have even considered these questions, happy that a ‘clear’ and conventional background to their work will expedite its positive reception. We at Essays and Observations wonder at this attitude and are tempted to call it ‘laziness’ (although we ourselves do not know even what this ‘laziness’ could mean, so we’re working on a show about it for next year).

We invited the following people to show us what they think: Albrecht Schaefer, Ben Carter, Celine Condorelli & Gavin Wade, Ivan Seal, Jacqueline Doyen, Kane Do, Tommy Stockel and Wolf von Kries.

To make it easier, or harder, we arranged to get plinths that had been used in an institutional context: 3 from Hamburger Bahnhof, and 5 from the Neue Nationalgalerie. And the show is somehow split- we have about 50 per cent of what has been called ‘institutional critique’, whereas others have come up with something that is often called ‘formal critique’. In some cases this split cannot be so easily discerned, and creates in us a sense of uneasiness which we welcome.

We must here express our profound thanks to Lutz Driever of the Verein der Freunde der Nationalgalerie, and of course the artists listed above for making this show possible. In addition, all the people who took time out to help us with the extensive renovations of the former-shop in Berlin Wedding that has become Essays and Observations. You know who you are.

Matthew Burbidge
Sonja Ostermann



Wonder where her bag was and How long she has been sitting there?
abril 13, 2010, 6:27 pm
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by Anders



BANCA 33 revistaria r.Visconde de Pirajá n 365
setembro 30, 2009, 12:00 am
Filed under: DIÁLOGOS
DeSeuApoio

DeSeuApoio



Idéia
janeiro 19, 2008, 6:21 pm
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Exposição “Au Delà de la violence” Foto:Bete Martinsprojeção “Dona do Terço” Foto:Kilian Glasner 

Exposição “Au Delà de la violence” Foto:Bete Martins                 

Projeção “Dona do Terço” Foto:Kilian Glasner 

 La Boquinha – Cinema, música, artes plásticas…diálogos  

Por que cineclube? O cinema traz em si todas as artes e possui um registro temporal e espacial único. Enquanto obra, ele cria uma situação de diálogo e encontro, assim como pretende criar o movimento LA BOQUINHA.
 A partir desta iniciativa torna-se mais provável não só a transposição de conceitos e normas estéticas como o surgimento de alternativas simples, humanas e sofisticadas que viabilizem a produção artística e colaborem com a difusão da arte como algo tão necessário quanto dinheiro, alimentação, lazer, segurança, moradia etc.

Na primeira noite do LA BOQUINHA CINECLUBE as conversações entre realizadores, apoiadores, artistas envolvidos e público foi mediada por Geraldina Antunes,92 anos de idade, poeta e “obra de arte” do filme “Dona do Terço”.

Geraldina Antunes e a camera

Geraldina Antunes registra. Nós, na memória. Foto: Kilian Glasner

“Contra a memória fonte dos costumes. A experiência pessoal renovada”. Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
 “Manifesto Antropofágico” por Oswald de Andrade.
 Em Piratininga.
 Anno 374 da Deglutição do Bispo Sardinha.

 Enterrar ou plantar o manifesto Antropofágico foi uma interrogativa de um dos encontros que precederam a projeção do LA BOQUINHA. Plantar algo não genético não predetermina os frutos. Eles surgem como um vômito de um indivíduo e sua realidade, esse sujeito precisa buscar em si sua arte, ela não pode pertencer a padrões étnicos ou mercadológicos, ou podem. LA BOQUINHA: Enterrar para plantar. 

INSTALE UMA ANTENA NA SUA IDÉIA OU UMA IDÉIA NA SUA ANTENA. INSTALE -SE LA BOQUINHA 

06.12.07 – a partir de 20h
 Première do documentário Dona do Terço de Bete Martins
 Exibições dos ensaios audiovisuais:
 Ment, 2 minutos, parceria de Bete Martins, com a jornalista Guga Barros, a compositora Sarah de Assis e a produtora cultural Mônica Cerqueira.
Bastão, 6 minutos – realizado por Bete Martins em parceria com a poeta Bruna Piantino, a videomaker Mariana Castelo Branco, o cineasta Sávio Leite, a cantora e compositora Érika Machado e o músico Daniel Saavedra.
 In e/ou out transnacional = immigration = side – 4 minutos – direção Bete Martins – trilha http://www.thehighwaymusic.com. Piloto realizado nos Estados Unidos – agosto de 2007.

Com taças de vinhos e pipocas  caseiras nas boquinhas os convidados assistiram às exibições,  conversaram, se conheceram, fizeram trocas – ouvindo  música. A sonoplastia além da trilha de Carlinhos Ferreira, compondo ao lado das imagens em Dona do Terço, contou com as mãos, bom gosto, criatividade do querido Dj Cateb e  com a intervenção improvisada da compositora Sarah Assis no Acordeon e ator e jornalista Fred Tonucci no violão. 

13.12.07 – 19h

 A exposição “Au Delà de la Violance”, do artista plástico pernambucano Kilian Glasner, é composta por dez trabalhos realizados em diferentes suportes: Desenho, Escultura e Vídeo. A mostra envolve temáticas diversas que se conectam principalmente pelo seu teor de violência. Todo o trabalho foi concebido na França durante sua formação na Escola Nacional Superior de Belas Artes de Paris (ENSBA), por isso o nome em Francês que em Português traduz-se “Além da violência”. A palavra “Além” vem de uma busca direcionada no entendimento de comportamentos humanos e na transformação de espaços caóticos e personagens tensos em uma composição de equilíbrio e Luz.

 Instale-se NA ARTE e:ou nas velhas, charmosas e confortáveis poltronas vermelhas do extinto cine La Bocca Del´Arti…) Tatiana Tonucci
Tudo que entra sai. Tudo que sai entra em algum lugar.  Bete Martins
 

FRASEAR IDÉIAS
 “Se a tecnologia servir à idéia, ok!
 A Idéia vai transpor a tecnologia.
 Se a tecnologia não servir à idéia:
 “A Idéia vive”, Tatiana Tonucci 

 Idéia tem, quem tem antena no ar. Bete Martins
 pega fogo cabaret! Fé Castro
O que é uma tempestade pra quem esta num copo d´água. Léo melo
Viver a vida. Jon Tonucci

mar, doce mar. Bruno Sales

a alienação mata mais do que o aquecimento global.  Rafael campos

a minha nostalgia veio antes de eu nascer.  Mario O Samba 

é mais fácil modificar o mundo do que tentar mudar um amigo. Daniel Rubens Prado 

da vida só se leva a vida que se leva. Léo Espindola

Quando eu comprei este livro, na Rodoviária, a moça do caixa tinha um risinho muito malicioso nos lábios, talvez ela pensasse que eu o comprava com a mesma predisposição erótica dela! Pode até ter sido, afinal pra que fugir à realidade da nossa condição de escravos da carne? E que carne, bicho!” Tarcísio Tonucci. Escrito em 1973 na `dernière page´ do livro “dias de clichy e Uma Noite em Newhaven”, de Henry Miller.