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As cadeiras de cinema enquanto nossas mentes mentem e assaltam a geografia, permanecem sentadas segurando o peso dos nossos corpos estáticos. As LaBoquinhas não, se a elas não foi permitido suportar os corpos de mentes distantes- se o filme for bom, lógico- elas também se removem de acordo com o grande filme da vida. Elas giram, elas giram por aí. Tem gente desenhando braços e pernas, couros e pontos de costura. Tem delas em quartos escuros, esquecidas- e essas, por favor, give-me back. Algumas são conservadoras e não permitem que se arranque delas a memória que traz o chicletes entranhado na madeira. E tem as lá de casa, infantis… Enquanto fazemos cinema não deixamos de pensar nelas um instante e de projetá-las sentadas em algum sonho a se realizar. Viva as LaBoquinhas, mais lindas do que ontem, sempre.
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Ondrej Brody & Kristofer Paetau _ brodypaetau.com
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” CABE AO ARTISTA DESOPRIMIR O CORPO O SUJEITO PERCEBER O INDIVÍDUO A SOCIEDADE
SER ENGAJADO CONSIDERAR AS IMPLICAÇÕES SOCIAIS ECONÔMICAS POLÍTICAS CULTURAIS
MIDIÁTICAS SIMBÓLICAS ATENDER ÀS DEMANDAS DE UMA SOCIEDADE CARENTE DE BELEZA
E POESIA PROBLEMATIZAR O PROCESSO DE CRIAÇÃO E A MEDIAÇÃO COM O PÚBLICO CRIAR
OBRAS ABERTAS EM QUE HAJA ESPAÇO PARA UMA RELAÇÃO DIALÓGICA COM O OUTRO ASSUMIR
UMA POSTURA CRÍTICA E AMBIVALENTE FILIAR-SE A PARTIDOS POLÍTICOS DESISTIR;
CABE AO ARTISTA NEGAR A RESPONSABILIDADE O PASSADO A COVARDIA SER MÁRTIR
ICONOCLASTA IMORAL CONVICTO COMERCIALIZAR A OBRA EM NÍVEL NACIONAL INTERNACIONAL
EXPANDIR FRONTEIRAS NEGAR A SIGNIFICAÇÃO ABRIR MÃO DE LUCRO EM PROL DE SEU PAÍS E
DA ECONOMIA GLOBAL PLAGIAR SE PREOCUPAR COM A LEITURA DE SEU TRABALHO
PRESTAR CONTAS DOS INVESTIMENTOS PÚBLICOS RECEBIDOS SUBLIMAR O AUTOR; (…) ”
Clarissa Diniz
Daniela Castro
Kamilla Nunes
Pablo Lobato
TATUÍ 10
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O projeto cinematográfico “Elza Soares – A Voz do Brasil”, de Elizabete Martins Campos, evoca Elza da Conceição Soares, atriz-personagem que surge de um desejo inesgotável de filmar e ser filmado. Arquétipo de um novo estilo de documentário, tem a narrativa construída não apenas por um modo de se contar uma história, mas por uma cumplicidade entre autor- personagem do aqui e agora: Elza se entrega à filmagem como uma experiência.
Nesta construção narrativa o conjunto corpo-fala-experiência garante a potência do diálogo entre-dois (ficção e real) do cinema, capaz de produzir um efeito de verdade inegável. A história de sua personagem e seu envolvimento direto com a câmera fornece um novo objeto de conhecimento, percebido por um olhar atual, intimista, capaz de estabelecer relações da personagem com territórios imagéticos, universos culturais.
Por se tratar de uma mulher multiforme, que se caracteriza por não cristalizar conceitos, territórios ou época, o filme passa a considerar tais características na sua própria concepção estética e opção narrativa, gerando um esforço para que o corpo filmado se legitime como ideia.
Corpo filmado representa o sujeito Elza cujo canto e fala se desdobram no tempo real da tomada. Sua entrega à câmera gera uma libido pulsante: desejo de criar, cantar, falar, de jogar o jogo do plano sequência. Provoca e simultaneamente registra, realizando o Cinema como construção, assim como as muitas paisagens reveladas pela vida e o corpo (ferido, porém inoxidável).
“…Eu respiro música, como música, durmo música..”
A música conduz essa voz. A voz conduz a obra e se alia à busca por um dos elementos mais caros ao cinema: o ritmo. É genuína a relação de grandeza da obra com a pressão rítmica nela percebida. O ritmo potencializa nossa relação com a imagem, expandindo-a. A arte é natural desse universo humano profundo, como as águas meditativas de Lynch.
Se há em tudo a beleza da verdade aqui se opta por revelá-la mediante a voz e a força de Elza Soares.
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Ela tem armadura, suas raízes são expansivas, traz na voz, na vida, poética, estética. O cinema agradece!
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” Porque é verdade que aquilo que chamamos paisagem se desenvolve em torno de um ponto, em ondas ou em vagas sucessivas, para voltar a se concentrar sobre esse único objeto, reflexo no qual vêm se dar, ao mesmo tempo, a luz, o odor ou a melancolia” Anne Cauquelin_ A Invenção da paisagem
“Projection
The Oker River is transformed into a screen on which contemporary art is projected. At the same time, some of the artists utilize the water as a mirror in which their work is quite literally reflected. Thus individual works in the form of a still life are represented again in this year’s light trail, but also, for the first time, serial elements, which define the course of the river through the city, use light to provide orientation for the observer, and simultaneously display the multifacetted nature of the urban landscape. Like its predecessors, this trail aims to be more than an exhibition – it also seeks to improve the quality of the urban space as an expression of cultural policy.”
http://www.braunschweig.de/lichtparcours2010en/home.html#concept.html
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» News / por Zupi
Ao misturar fotografias com suas ilustrações digitais, o designer russo Tebe Interesno cria uma espécie de realidade paralela, onde criaturas espaciais regam nuvens, monstros enfrentam policiais, grafiteiros pintam um arco-íris e peixes cruzam o céu de alguma cidade. Confira seu onírico trabalho:
http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/foto_e_pintura_sonho_e_realidade/
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Z33: house for contemporary art transforms into public sculpture – INNERCOMA
INNERCOMA
a sculpture by Philip Metten
Z33
www.z33.be/en/projects/philip-metten-innercoma
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